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Historial| SÉC. III (AC) | XENEFONTE, historiador militar grego, escreve a primeira obra sobre o ensino da Equitação (Hipparchicus) versando a melhor utilização do “nobre bruto” não apenas na guerra como na caça | | | | | SÉC. XV | El-REI D. DUARTE, escreve e manda publicar a segunda obra sobre o ensino da equitação o Livro da Ensinança de Bem Cavalgar Toda a Sela igualmente para a utilização do Cavalo na “peleja” e na destreza da caça | | | | | SÉC. XVIII | MANOEL CARLOS DE ANDRADE apresenta o Tratado da Liberal e Nobre Arte da Cavalaria secundado ainda nesse Século pelas actividades desenvolvidas no Picadeiro do Palácio de Belém pelo Marquês de Marialva e pelo Duque de Cadaval (D. Jaime) | | | | | SÉC. XIX | 1836/47: Constituição e funcionamento de uma Escola Militar de Equitação em Lisboa
1850: Formação da Escola de Equitação e Esgrima no âmbito dos Depósitos de Cavalaria” espalhados por todo o País
1887: É criada em Mafra a Escola Prática de Infantaria e Cavalaria
1890: Funda-se em Vila Viçosa a Escola Prática de Cavalaria, iniciando-se a par do ensino da equitação como meio indispensável à formação de combate da Arma de Cavalaria, o ensino da equitação como meio desportivo para a formação de quadros. | | | | | SÉC. XX | 1901: a Escola Prática de Cavalaria muda-se para Torres Novas, constituindo-se o Esquadrão de Equitação.
1941: O Esquadrão de Equitação é transferido para o Depósito de Remonta em Mafra.
1944: Dois Oficiais Instrutores foram estagiar em França no Cadre Noir da Escola de Saumur e na Escola Militar de Equitação de Fontainebleau,
De 1947 a 1952 permaneceu em Mafra o Capitão Jean de Saint André do Cadre Noir transformando profundamente o ensino da equitação.
1950: O Depósito de Remonta é transformado na Escola Militar de Equitação.
1956: Abertura dos Cursos de Instrutores a Civis.
1958: A Escola Militar de Equitação, transforma-se no Centro Militar de Educação Física Equitação e Desportos (CMEFED), agregando as actividades de Educação Física Militar e Esgrima, em funcionamento na Escola Prática de Infantaria.
1961: Início das mobilizações dos quadros instrutores para as Guerras
1974: Agravamento das restrições financeiras na área da Defesa e alterações profundas nos critérios orçamentais.
1983: Protocolo de 30MAI, DR nº124 II) visando a transformação do CMEFED numa Escola Nacional.
Até 2000: Total impasse desta iniciativa. Incremento da equitação desportiva no meio civil, virado para a prática competitiva.
1994: Início dos cursos de Docentes de Equitação nas Escolas Profissionais, como complemento ao curso médio profissional de Gestão Equina, formação alargada mais tarde às Escolas Superiores Agrárias, como complemento do Cursor de Equinicultura, que se mantêm (cursos extensivos de 3 anos lectivos).
1996/98: Realização dos Estágios Classificativos para apuramento de candidatos a Ajudantes de Monitor e Monitor, promovidos pela FEP no CMEFED.
2000: Iniciativa conjunta da FEP e do CMEFD para junto do Estado Maior do Exército, “ressuscitarem” o protocolo de 1983, propondo um novo Protocolo. | | | | | SÉC. XXI | 2001: Depois de muitas diligências, evidente desinteresse dos Ministérios envolvidos, nesse novo Protocolo, assumido como inviável
2002: Constituição, no âmbito da FEP, de uma Comissão Instaladora da ENE, . Estudo do Projecto, de uma Associação de entidades públicas e privadas, onde a FEP assumisse a liderança por força do disposto na Lei de Bases do Sistema Desportivo. Concepção de um Modelo de organização e funcionamento que viabilizasse uma maior participação de civis nos cursos. Definição da linhas programáticas para e execução de um Projecto de Estatutos.
2002/3: Interregno no estudo da ENE. Estudo e lançamento de um amplo Projecto de Formação Intensiva com 22 acções de reciclagem, em Alter e Mafra, destinado a satisfizer as exigências legais para o desempenho do cargo de Responsáveis Técnicos dos Centros Hípicos Federados.
2003: Reinício dos estudos sobre a ENE. Continuação dos estudos preliminares e estruturação de um primeiro modelo de Estatutos. Desenvolvimento de uma campanha de angariação de sócios de entidades públicas e privadas.
2004: Impasse jurídico-administrativo na outorga da escritura notarial, relativa à eventual adesão à sociedade de algumas entidades públicas, tais como o Exército, o Serviço Nacional Coudélico e a GNR. Ocorrência de perturbações internas na FEP que levaram à demissão da maior parte dos membros da Direcção e que chegaram quase a comprometer o processo de constituição da ENE.
2004/5: Estudo e publicação do POFFE Programa Oficial de Formação de Formadores Equestres, detalhado nos diferentes tipos de cursos de Ajudante de Monitor, Monitor, Instrutor e Mestre de Equitação, tendo-se já avançado na programação de novas disciplinas, como a Equitação Terapêutica, o Turismo Equestre (TREC). Revisão do POFP Programa Oficial de Formação de Praticantes (Selas), matérias que dão substância ao conteúdo formativo da futura ENE; Acordo com os sócios fundadores sobre a redacção final dos Estatutos da ENE, bem como na distribuição dos cargos inerentes aos órgãos sociais.
16/03/2005: Constituição da Escola Nacional de Equitação por escritura pública celebrada na capital do cavalo (Golegã), dispondo de 5 Sócios Fundadores, sob tutela da Federação Equestre Portuguesa
2005/6: Com o apoio do IDP, edição do Manual Oficial de Formação Equestre - Volume I (Selas 1 a 4) cuja 1º edição se esgotou em 5 meses.
2006/11/07: Reestruturação e alteração dos estatutos com a constituição dos sócios individuais e alteração nos valores da Jóia e Quota a aplicar, trazendo como consequência a plena autonomia da ENE.
2007: Execução do Volume II (Selas, 5, 6 e 7) do Manual Oficial de formação Equestre; Realização do 1º Estágio Fraccionado de Aperfeiçoamento para Mestres de Equitação, com participação maioritária de alunos Instrutores civis (4); Conclusão dos Cursos Fraccionados de Monitor e Instrutor na Fundação de Alter Real; Incremento dos Cursos Fraccionados de Ajudantes de Monitor em diversos Pólos para correcção da “base da pirâmide da carreira”. Evolução dos Resultados da Formação, relativamente ao ano de constituição da ENE (2005): Nº de Alunos: de 98 para 248 (+ 155 %) Nº de Acções: de 15 para 42 (+ 180 %) Nº de Hortas de Formação: de 470 para 5.530 (+ 1.077%)
2008: Admissão de mais 9 Sócios Colectivos dos quais 5 Pólos de Formação, e de mais 200 Sócios Individuais.
Criação da Serviço de Qualidade, integrando todo o Sistema de Avaliação da Formação, bem como o estudo de preparação da candidatura à acreditação da ENE junto da DGERT/DSQA.
Incremento do processo de internacionalização da ENE:
Pesquisa, junto da FEP, para obtenção dos parâmetros de equivalência dos níveis de formadores, por graus junto do International Group for Equestrian Qualification – IGEQ, a fim de actualizar os nossos conteúdos programáticos;
Admissão de um Sócio Colectivo sedeado em França, representando a ENE naquele País para a Equitação de Tradição Portuguesa, disciplina que se pretende desenvolver.
Elaboração e edição do Manual de Formação de Monitores de Equitação Geral, acompanhado de um vídeo pedagógico.
Elaboração das actualizações para a 3ª Edição do Volume I do Manual Oficial de Formação Equestre. Elaboração dos conteúdos programáticos de dois novos cursos na área do Maneio Equestre. Estudo e elaboração dos conteúdos programáticos de Cursos de Treinadores de Dressage e de Saltos.
Reformulação do Regulamento Geral de Avaliação e Exame, peça fundamental do sistema de avaliação.
Criação do Curso de Formação de Técnicos de Saúde e Educação em Equitação Terapêutica.
Evolução dos Resultados da Formação, relativamente ao ano de constituição da ENE (2005): Nº de Alunos: de 98 para 313 (+ 219 %) Nº de Acções: de 15 para 47 (+ 312 %) Nº de Hortas de Formação: de 470 para 6.880 (+ 1.364%)
2009: Internacionalização da ENE, por associação à rede europeia dos principais centros de formação equestre, EEN – Equestrian Educational Network, sendo o 11º membro, onde estão presentes a Suécia, a Alemanha, a França, a Grã Bretanha, a Irlanda, a Holanda, a Noruega e a Finlândia.
Estudo e elaboração dos conteúdos programáticos dos Cursos de Treinadores de Concurso Completo de Equitação, Dressage Adaptada e TREC.
Com base nos dados actualizados provindos do IGEC, actualização dos conteúdos programáticos de todos os Cursos de Equitação Geral.
Concretização dos trabalhos inerentes à candidatura da ENE à sua acreditação junto da DGERT/DSQA, candidatura a apresentar em Fevereiro de 2010, depois de pronta a formação específica dos agentes da formação.
Evolução dos Resultados da Formação, relativamente ao ano de constituição da ENE (2005): Nº de Alunos: de 98 para 280 (+ 186 %) Nº de Acções: de 15 para 42 (+ 180 %) Nº de Hortas de Formação: de 470 para 6.140 (+ 1.206%) o que significa uma pequena baixa relativamente ao ano anterior, mostrando bem as dificuldades do exercício pela recessão económica e financeira e pelos problemas de funcionamento ocasionados pela degradação das relações com a Direcção da FEP.
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